
Eu sou mesmo, bem confusa, teimosa, boba, idiota, chata, ignorante, e louca. Sim, muito louca. Ao extremo. Louca de rir no nada, e ficar fazendo graça pra qualquer um. Louca, mas incrivelmente, consigo ser feliz assim, vivendo nessa normalidade de ser anormal.
Na minha infancia o Felipe Dylon era bonito, tênis de luzinha era essencial, Matilda era uma diva, Rouge era a melhor banda, vídeo-game era coisa de ricos e merthiolate ardia. Desculpa se eu fui uma criança mais feliz do que você com o seu celular, seu nintendo e a sua mínima capacidade mental.







